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sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Como fazer Painel de Madeira para Tv com Piso Laminado

Aprenda a montar um lindo Painel de Madeira para TV, de forma barata, utilizando piso laminado. Pode ser usado como painel de parede ou para revestir paredes inteiras.


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Conheça os Tipos de Cimento Portland


Hoje o cimento  portland é normalizado e existem onze tipos no mercado:

CP I – Cimento portland comum
CP I-S – Cimento portland comum com adição
CP II-E– Cimento portland composto com escória
CP II-Z – Cimento portland composto com pozolana
CP II-F – Cimento portland composto com fíler
CP III – Cimento portland de alto-forno
CP IV – Cimento portland Pozolânico
CP V-ARI – Cimento portland de alta resistência inicial
RS – Cimento Portland Resistente a Sulfatos
BC – Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação
CPB – Cimento Portland Branco
Cimento Portland comum (CP-I)

O CP-I, é o tipo mais básico de cimento Portland, indicado para o uso em construções que não requeiram condições especiais e não apresentem ambientes desfavoráveis como exposição à águas subterrâneas, esgotos, água do mar ou qualquer outro meio com presença de sulfatos. A única adição presente no CP-I é o gesso (cerca de 3%, que também está presente nos demais tipos de cimento Portland). O gesso atua como um retardador de pega, evitando a reação imediata da hidratação do cimento. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5732.
Cimento portland comum com adição (CP I-S)

O CP I-S, tem a mesma composição do CP I (clínquer+gesso), porém com adição reduzida de material pozolânico (de 1 a 5% em massa). Este tipo de cimento tem menor permeabilidade devido à adição de pozolana. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5732.

Cimento portland composto com escória (CP II-E)
Os cimentos CP II são ditos compostos pois apresentam, além da sua composição básica (clínquer+gesso), a adição de outro material. O CP II-E, contém adição de escória granulada de alto-forno, o que lhe confere a propriedade de baixo calor de hidratação.

O CP II-E é composto de 94% à 56% de clínquer+gesso e 6% à 34% de escória, podendo ou não ter adição de material carbonático no limite máximo de 10% em massa.

O CP II-E, é recomendado para estruturas que exijam um desprendimento de calor moderadamente lento. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 11578.

Cimento portland composto com pozolana (CP II-Z)
O CP II-Z contém adição de material pozolânico que varia de 6% à 14% em massa, o que confere ao cimento menor permeabilidade, sendo ideal para obras subterrâneas, principalmente com presença de água, inclusive marítimas. O cimento CP II-Z, também pode conter adição de material carbonático (fíler) no limite máximo de 10% em massa.

A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 11578.
Cimento portland composto com pozolana (CP II-F)
O CP II-E é composto de 90% à 94% de clínquer+gesso com adição de 6% a 10% de material carbonático (fíler) em massa. Este tipo de cimento é recomendado desde estruturas em concreto armado até argamassas de assentamento e revestimento porém não é indicado para aplicação em meios muito agressivos. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 11578.

Cimento portland de alto-forno (CP III)
O cimento portland de alto-forno contém adição de escória no teor de 35% a 70% em massa, que lhe confere propriedades como; baixo calor de hidratação, maior impermeabilidade e durabilidade, sendo recomendado tanto para obras de grande porte e agressividade (barragens, fundações de máquinas, obras em ambientes agressivos, tubos e canaletas para condução de líquidos agressivos, esgotos e efluentes industriais, concretos com agregados reativos, obras submersas, pavimentação de estradas, pistas de aeroportos, etc) como também para aplicação geral em argamassas de assentamento e revestimento, estruturas de concreto simples, armado ou protendido, etc. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5735.

Cimento portland Pozolânico (CP IV)
O cimento portland Pozolânico contém adição de pozolana no teor que varia de 15% a 50% em massa.Este alto teor de pozolana confere ao cimento uma alta impermeabilidade e consequentemente maior durabilidade. O concreto confeccionado com o CP IV apresenta resistência mecânica à compressão superior ao concreto de cimento Portland comum à longo prazo. É especialmente indicado em obras expostas à ação de água corrente e ambientes agressivos. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5736.

Cimento portland de alta resistência inicial (CP V-ARI)
O CP V-ARI assim como o CP-I não contém adições (porém pode conter até 5% em massa de material carbonático). O que o diferencia deste último é processo de dosagem e produção do clínquer. O CP V-ARI é produzido com um clínquer de dosagem diferenciada de calcário e argila se comparado aos demais tipos de cimento e com moagem mais fina. Esta diferença de produção confere a este tipo de cimento uma alta resistência inicial do concreto em suas primeiras idades, podendo atingir 26MPa de resistência à compressão em apenas 1 dia de idade.

É recomendado o seu uso, em obras onde seja necessário a desforma rápida de peças de concreto armado. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5733.

Cimento Portland Resistente a Sulfatos (RS)
Qualquer um dos tipos de cimento Portland anteriormente citados podem ser classificados como resistentes a sulfatos, desde se enquadrem dentro de uma das características abaixo:
Teor de aluminato tricálcico (C3A) do clínquer e teor de adições carbonáticas de no máximo 8% e 5% em massa, respectivamente;
Cimentos do tipo alto-forno que contiverem entre 60% e 70% de escória granulada de alto-forno, em massa;
Cimentos do tipo pozolânico que contiverem entre 25% e 40% de material pozolânico, em massa;
Cimentos que tiverem antecedentes de resultados de ensaios de longa duração ou de obras que comprovem resistência aos sulfatos.
É recomendado para meios agressivos sulfatados, como redes de esgotos de águas servidas ou industriais, água do mar e em alguns tipos de solos.


domingo, 11 de maio de 2014

Como garantir a segurança do seu lar


Quem mora em um apartamento ou em uma casa em um condomínio fechado tende a se sentir mais seguro do que quem mora em casas comuns, considerando que a maioria dos condomínios conta com sistemas de segurança rígidos.
Mas, como garantir a segurança de uma casa? É preciso ter uma câmera? Como devem ser os portões? Vale colocar uma cerca de arame cortante nos muros?

Portões e muros altos

Requisitos básicos de segurança em residências são portões e muros altos, que fechem a casa. No caso de muros baixos, voltados para a rua ou para a casa do vizinho, a dica é a instalação de um arame cortante, que evita que o muro seja pulado. O acesso ao interior da residência deve ser dificultado ao máximo.
É importante que o portão da casa em si na seja completamente fechado, tanto por conta da circulação de ar, quanto por conta da visualização. O morador precisa poder olhar, antes de abrir o portão, e se certificar de que não há uma pessoa do outro lado lhe esperando para uma abordagem.


 Portão de garagem elétrico

Portões manuais são mais eficientes que os portões elétricos, apesar de darem um pouco mais de trabalho.
Quando um carro se aproxima da garagem e o portão é aberto automaticamente, o ladrão tende a pensar que o motorista está sozinho e se encoraja para agir.
O certo é que, ao chegar a casa, o condutor do carro peça para alguém que está dentro da casa que o ajude com o portão.
Quem está dentro acende as luzes, observa a rua e abre a garagem, para que evitar que quem esteja no carro precise sair do veiculo. Após entra e estacionar, é importante fechar o portão rapidamente. Já ouve muitos assaltos em que os criminosos entram na residência no momento em que o portão automático está se fechando.


 Quanto mais trincos, melhor  

Em relação à porta que dá diretamente para a rua, a instrução é que, assim como o portão da garagem, ela seja de um material resistente. Ferro, preferencialmente. Em relação aos trincos, quanto mais, melhor. Por mais que o próprio morador demore para abrir completamente a porta, é melhor que ele o faça do que deixá-la vulnerável. Nem sempre se pode evitar, mas é possível dificultar a ação dos assaltantes.

 Câmeras de segurança


Há quem acredite que uma câmera de segurança no portão de casa afaste ladrões e há quem acredite que ela os atraia, como se afirmasse que na residência há algo muito valioso. A câmera é sim um artefato que afasta ladrões. Se o criminoso reconhecer a câmera, se sentirá acuado e pensará duas vezes antes de agir.
Além dela, é possível recorrer aos tradicionais alarmes sonoros, que dissipam barulho quando alguém invade a residência.
É importante ter em mente que nenhum ladrão gosta de dificuldade. Tudo aquilo que atrapalha a sua ação pode fazer com ele desista.

Evite ser previsível

Uma dica valiosa é que os moradores de uma residência procurem não chegar e/ou sair de casa nos mesmos horários todos os dias. Isso porque os criminosos podem observar a rotina da família e tentar estabelecer o melhor momento para agir – normalmente aquele em que a casa está vulnerável.


Segurança garantida
Conheça os principais aparatos que podem ser usados na sua residência

 Alarme sonoro


Ele é um dos mais tradicionais sistemas de segurança, pois se baseia na premissa de que nenhum ladrão deseja permanecer em uma casa com um alarme chamado a atenção dos vizinhos. Os preços partem de 100 reais.

 Câmera de segurança


Além de inibir a ação de bandidos, a câmera registra a imagem de qualquer um que se aproxime da residência. Logo, é importante que ela armazene aquilo que filme.
Preço mínimo: 80 reais.


Arame espiralado


Indicado para residências com muros baixos, o arame espiralado é uma evolução do arame farpado: por ser altamente cortante, ele inibe que o invasor apóie-se no muro para pulá-lo. Preço: cerca de 10 reais o metro.

 Cuidado, cão feroz


Cachorros “bravos” quase sempre afastam ladrões. Se você não tem um, pode providenciar um aparelho que late, rosne e uiva quando alguém se aproximar. O mais famoso deles, o
Barking Dog, custa cerca de 100 dólares.



domingo, 20 de abril de 2014

Como Calcular Concreto para Laje


Para saber quanto será gasto de concreto para uma laje é interessante 
pedir um profissional da área que está trabalhando na obra para fazer o 
cálculo para evitar erros, pois cada obra tem suas particularidades e 
sempre gasta um pouco a mais ou a menos, a bomba de concreto por 
exemplo só bombeia concreto se tiver concreto no cocho dela (se você 
pedir a conta certa, vai ter que carregar quase meio metro de concreto 
na lata), por isso, dependendo do caso é interessante colocar meio
 metro a mais ou uma porcentagem a mais dependendo da situação.

Mas o cálculo não é difícil de fazer, é até simples. Para isso você vai 
precisar das medidas da obra para realizar o cálculo.

Primeiro você vai precisar saber a espessura (altura) da laje, depois 
meça a largura da obra e o comprimento.

Com os números em mãos, faça o seguinte cálculo (altura x largura 
x comprimento) e saberá quantos metros cúbicos de concreto você 
vai gastar na laje, sem considerar as alternâncias.

Cálculo de área:

Laje de 8 centímetros de altura.
Largura de 6 metros
Comprimento de 9 metros

6,00 m (largura)
X 9,00 m (comprimento).
54.00 m² (área da obra)
x 0,08 cm (altura da laje)
= > 4,32 (metros cúbicos da laje)


Esta laje, na teoria gastaria 4,32 m3 de concreto, mas sempre dá 
uma pequena diferença na maioria dos casos.

Calculando as formas (vigas e cintas)

Para fazer o cálculo você vai precisar ter em mãos as medidas do 
comprimento, da largura e da altura das formas, lembrando que é a 
altura da viga sem a laje, apenas a forma.

Com os números em mãos, você vai precisar calcular separadamente 
cada viga ou cinta da seguinte forma (altura x largura x comprimento).
 Após somar cada cinta/viga, basta somar o resultado de todas as vigas.

Exemplo:

03 vigas de 9 m de comprimento com 20 cm de largura e 20 cm de altura.
02 vigas de 6 m de comprimento, com 20 cm de largura e 20 cm de altura.
02 vigas de 6 m de comprimento, com 15 cm de largura e 20 cm de altura.
01 viga de 1,50 m de comprimento, com 15 cm de largura e 20 cm de altura
projeto de vigas

Logo teremos;
3 x 9 x (0,20 x 0,20) = 1,08 m³
2 x 6 x (0,20 x 0,20) = 0,48 m³
2 x 6 x (0,15 x 0,20) = 0,36 m³
1 x 1,5 x (0,15 x 0,20) = 0,045 m³

Total: 1,965 m3

Agora basta juntar o resultado do pano (laje) e vigas.
4,32 m3 (laje sem formas)
+ 1,965 m3 (formas)
6,285 m3 de concreto

Neste caso esta obra gastaria 6,285m² de concreto para fundir a laje.
http://depositojotaerre.com.br/

sexta-feira, 28 de março de 2014

Como colocar forro placa de gesso




 Primeiro será necessário que seja realizado no teto a alocação de alguns pinos de aço que deverá ter no máximo 60 cm. Para colocar esse pino é necessário o auxílio de um “revólver” que é utilizado exatamente para esse tipo de inserção.


Feito isso você deverá passar, por entre o furo existente no pino, um arame que poderá ser de cobre ou até mesmo de aço. A placa de gesso também deverá receber um furo onde você irá prender o pino. Após prender você deverá torcer bem o arame para que a placa seja fixada corretamente.


Além dessa amarra é necessário que você faça uma massa com água, estopa e um pouco de pó de gesso. Essa massa deverá ser colocada na parede para auxiliar a fixação da placa de gesso junto ao teto. Vale lembrar que esse processo somente é válido para a instalação de placas simples.


Se a placa de gesso escolhida por você for uma placa acartonada, o processo será mais trabalhoso. As placas deverão ser fixadas com parafuso auto – atarrachante. Esse parafuso deverá ser colocado a cada 30 cm, lembrando que a borda também deverá ser parafusado com distância de 1 cm.


Vale ressaltar que nesse processo para que as chapas não se comprimam é extremamente necessário que a sua inserção seja iniciada junto a parede. Feito isso você poderá iniciar o acabamento, que deverá ser realizado com fita de papel e massa de rejunte. A fita de papel será utilizada para a prevenção das fissuras.


Para finalizar esse trabalho uma nova camada de massa deverá ser colocada e esse será o único momento em que será necessária a utilização de água. É importante lembrar que para iniciar a etapa de inserção do teto de gesso é necessário que todo os outros passo como: instalação elétrica, hidráulica e até mesmo a instalação do ar condicionada já deverá ter sido concluída.


Esse processo é importante para que não haja nenhum problema posterior a instalação. Os erros e desgastes do forro de gesso serão menores se todos os demais processos já estiverem resolvidos.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Telas Soldadas Nervuradas


Qualidade

As Telas Soldadas de Aço Nervurado são armaduras pré-fabricadas
constituídas por fios de aço 60 Nervurado, longitudinais e transversais,
de alta resistência mecânica, sobrepostos e soldados entre si em todos
os pontos de cruzamento (nós) por corrente elétrica (caldeamento),
formando malhas quadradas ou retangulares. Os fios utilizados na
fabricação das Telas Soldadas são obtidos por laminação a frio, a partir
de matéria-prima de alta qualidade (fio-máquina).





Tecnologia

Com esse processo, o aço é encruado e nervurado, atingindo elevados valores
de limites de escoamento e resistência. Os fios são preparados em dimensões
apropriadas e dispostos automaticamente em cruz, sendo então soldados por
"processo a ponto", sem adição de qualquer outro material, por meio de máquinas
eletrônicas de alta precisão



Eficiência


As Telas Nervuradas oferecem melhor aderência entre o aço e o contreto,
ligação dos elementos estruturais e controle de fissuração.

Especificações


NBR 7481
Tela Soldada de Aço - Armadura para Concreto - 
Especificações.

NBR 7480

Barras e Fios de Aço Destinados a Armaduras para Concreto
Armado - Especificações


NBR 5916

Juntas de Tela de Aço Soldada para Armadura de Concreto
- Ensaido de resistência ao cisalhamento.

Aplicações

Lajes (maciças, nervuradas, pre-moldadas, cogumelo e protendidas);
Pisos industriais;
Pavimentos de concreto armado (estradas);
Pré-moldados;
Vigas;
Pilares;
Pontes e viadutos;
Aduelas (pre-moldadas e moldadas in loco);
Piscinas;
Fundações em geral;
Canais;
Paredes diafragma;
Revestimento de túneis;
Caixas-d'água;
Paredes autoportantes (tilt-up);
Revestimentos de tubos submarinos, gasodutos e oleodutos;
Contenção de encostas (concreto projetado);
Silos, etc.

Vantagens Técnicas

Uniformidade dos diâmetros*;
Espaçamento uniforme dos fios*;
Aderência ao concreto através das juntas soldadas e fios nervurados;
Segurança na ancoragem;
Facilidade de inspeção pelo engenheiro fiscal;
Posicionamento adequado nas fôrmas;
Controle de qualidade.
* Seções exatas.

Vantagens Econômicas 

Não há perdas por desbitolamento;
Reduz perdas por corte e sobra de pontas;
Dispensa o uso do arame de amarração;
Traspasse menor que o da armadura convencional;
Largura de até 2,75 m (sob encomenda);
Quantificada e utilizada por metro quadrado;
Racionaliza o recebimento e a armazenagem;
Reduz cortes e dobramentos;
Facilita a montagem;
Torna mais rápida a liberação para concretagem.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Conheça a porcentagem de reflexão das cores

Cor = Economia

Na hora de escolher cores para paredes e tetos, devemos lembrar
 sempre que as cores claras, como branco, areia, etc., 
proporcionam a difusão da luz (solar ou elétrica), 
e por conseqüência economizaremos energia e material elétrico.

O disco cromático não é um instrumento científico de classificação 
de cores, mas é muito útil no entendimento da teoria das cores. 
Geralmente usado para estudar as cores-pigmento, o disco cromático 
pode ser desenvolvido em qualquer material, lembrando-se que cores-luz 
e cores pigmentos sofrem alterações de acordo com sua própria essência. 



Cores complementares: Note no gráfico, que uma cor primária é 
sempre complementada pôr uma cor secundária. Esta é a cor que 
está em oposição a posição desta cor primária. Pôr 
exemplo, a cor complementar do vermelho é o verde. 
As cores complementares são usadas para dar força e equilibrio 
a um trabalho criando contrastes. Raramente se usa apenas cores 
complementares em um trabalho, o efeito pode ser desastroso, 
mas em alguns casos é extremamente interessante. Os pintores 
figurativos em geral usam as cores complementares 
apenas para acentuar as outras criando assim, equilibrio no trabalho. 
Vale lembrar que as cores complementares são as que mais contrastes 
entre si oferecem, sendo assim, se queremos destacar um amarelo, 
devemos colocar junto dele um violeta. Outra caracteristica 
importante das cores complementares é que elas se neutralizam entre 
si. O que isso quer dizer? Que se quisermos tirar a "potência" de um 
amarelo, basta acrescentar-lhe certa quantidade de violeta até que 
neutralizando-o em um tom de cinza, até chegar ao preto. 
Cores análogas: São as que aparecem lado-a-lado no gráfico. 
São análogas porque há nelas uma mesma cor básica. Pôr exemplo 
o amarelo-ouro e o laranja-avermelhado tem em comum a cor laranja. 
As cores análogas, ou da mesma "família" de tons, são usadas para dar 
a sensação de uniformidade. Uma composição em cores análogas em 
geral é elegante, porém deve-se tomar o cuidado de não a deixar 
monótona. Cores neutras: Os cinzas e os marrons são consideradas 
as cores neutras, mas podem ser neutras também os tons de amarelos 
acinzentados, azuis e verdes acinzentados e os violetas 
amarronzados. A função das cores neutras é servir de complemento 
da cor aproximada, para dar-lhe profundidade, visto que as cores neutras 
em geral tem pouca reflexividade de luz. 

 Cor-luz / Cor-pigmento

Cor-luz, ou luz colorida, é a radiação luminosa visível que tem como 
síntese aditiva a luz branca. Sua melhor expressão é a a luz solar, por 
reunir de forma equilibrada todos os matizes existentes na natureza.
Cor-pigmento é a substância material que, conforme sua natureza, 
absorve, refrata e reflete os raios luminosos da luz que se difunde 
sobre ela. O pigmento é o que dá cor a tudo o que é material. O 
que faz com que identifiquemos um corpo de uma determinada 
cor é sua capacidade de absorver os demais raios da luz branca 
ncidente, refletindo para nossos olhos apenas a cor percebida. 
O branco é a presença de todas as cores, não absorve, mas reflete 
todas as cores, o preto, ao contrário, e a ausência de cores, ou 
seja, todas são absorvidas.

Cores Quentes e Frias


As sensações de calor e frio em relação a uma cor são relativas 
ao indivíduo que a vê, mas é inegável que as cores possuem um 
significado psicológico e filosófico específico, que já é de importância 
universal. A conotação das cores em quentes e frias está relacionada 
com as experiências emocionais e também pelos efeitos práticos 
referentes à absorção e reflexão da luz e calor pelas cores. Quando 
a luz incide sobre um objeto, uma porcentagem dessa luz é refletida 
de volta e a quantidade vaia de acordo com a cor da superfície. 
A branca reflete cem por cento da claridade que sobre ela incide, 
enquanto que, o preto e as cores escuras, absorvem totalmente a luz e o calor.


COEFICIENTE DE REFLEXÃO DE ALGUMAS CORES

Cores.....................................%

Branco................................70..80

Creme claro........................70..80

Amarelo claro.....................55..65

Rosa ..................................45..50

Verde claro.........................45..50

Azul celeste........................40..45

Cinza claro.........................40..45

Bege ..................................25..35

Amarelo escuro..................25..35

Marron claro.......................25..35

Verde oliva ........................25..35

Laranja ..............................20..25

Vermelho ...........................20..35

Cinza médio .......................20..35

Verde escuro .....................10..15

Azul escuro ........................10..15

Vermelho escuro ...............10..15

Cinza escuro ......................10..15

Azul marinho ........................5..10

Preto ....................................5..10