terça-feira, 2 de agosto de 2016

Cimento Tupi ou Votoran ?


Nos fizemos uma pesquisa na Região do Alto Tiete SP, para saber o porque muitos Doutores da Obra, ( Pedreiros), preferem a Marca Tupi, e não a Marca Votoran.
Muitos dizem conhecer melhor a Marca Tupi, e alguns dizem que o cimento Tupi é mais forte devido a sua cor mais escura na massa, e a Marca Votoran a massa fica mais clara.
Tecnicamente as duas Marcas tem as mesmas qualidades exigidas pela pela lei de Qualidade.


O cimento Portland é chamado assim porque foi "inventado" em Portland, uma ilha no sul da Inglaterra onde se encontrava um tipo muito bom de pedra para construir chamada Portlandstone, que tem a mesma cor do cimento atual. O cimento Portland comum é composto de calcário,argila e minério de ferro ou bauxita queimados num forno, resultando num material chamado clínquer, que depois de resfriado e adicionado com gesso,são moídos e misturados para formar esse pó bem fino. Hoje misturam- se também outros materiais, chamados pelas indústrias de "adições" para dar características especiais ao cimento. Já se utiliza,misturado ao clínquer, escória de alto-forno, aquele pó bem fino do carvão mineral queimado,argila queimada e até o pó da casca de arroz, imagine! Essas adições tornam o concreto seco tão duro, que fica muito difícil penetrar água e estragar a estrutura. Esses pós bem finos que são adicionados ocupam o espaço entre as pedras do concreto, para não deixar vazios.

Cada fabricante possui um padrão de informações, apenas algumas são obrigatórias e devem constar no verso.A norma que rege os cimentos Portland é a NBR 5732/1991. Outros tipos de cimento possuem normas próprias
Os fabricantes reservam a parte de trás do saco para dar informações de uso e cuidados com o produto, como se fosse uma bula de remédio: 
» Como manipular o produto
» Perigo de inalação ou contato com os olhos e as mãos
» Tempo de cura desejável (quanto tempo deve umedecer o concreto)
» Forma correta de estocar
» Tempo recomendável de mistura
» Como aplicar o produto » Norma de conformidade 
» Composição do produto » Selo de Qualidade da Associação Brasileira de Cimento Portland
Fala-se que o cimento é um aglomerante, isto é, quando entra em contato com a água, endurece e toma a forma que a gente desejar, como pilares e vigas. Também é um "adesivo", ou seja, como argamassa colante, para assentar pedras e revestimentos, unir tijolos de alvenaria etc. O cimento é um material compatível com quase todos os materiais de construção, por isso é tão usado.



A Tupi foi fundada em 1949 sob a denominação de Companhia de Cimento Vale do Paraíba, com a produção de cimento a partir da unidade localizada em Volta Redonda-RJ.  Em 1976, outra unidade de produção foi inaugurada em Pedra do Sino – Carandaí – MG e a fábrica de Mogi das Cruzes – SP.  A marca atua mais focada no mercado do sudeste, mais especificamente nos estados do RJ, SP e MG.


A Votorantim, maior produtor de cimento do país, opera com seis marcas no Brasil, sendo a marca POTY direcionada ao nordeste, a ARATU, produzida e comercializada apenas por sua fábrica de Sergipe.  As marcas ITAÚ e TOCANTINS são, de um modo geral, mais direcionados ao Centro-Oeste do país a marca VOTORAN  direcionada ao Sul e o Sudeste. Operam também a marca RIBEIRÃO que era produzida (em agosto de 2015 a Votorantim suspendeu a produção) pela planta de Ribeirão Grande- SP,  planta que foi incorporada adquirida pela VOTORANTIM em 2006 (que já foi do Grupo João Santos, passando para o Grupo CP Cimento da família Koranyi Ribeiro e agora faz parte da Votorantim ). No Brasil o Grupo opera com 16 plantas de cimento, 10 moagens, 110 centrais de concreto, 28 unidades de agregados, oito unidades de argamassa.  O grupo ainda mantem uma participação de 51% na marca MIZU POLIMIX e a maioria do capital do cimento Itambé.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Vantagens da Pintura Epóxi

A Pintura Epóxi é um revestimento de alta qualidade e espessura, normalmente variando de 180 a 300 microns conforme o número de aplicações e densidade da tinta utilizada.

A Pintura Epóxi é de rápida aplicação e cura. Sua utilização proporciona alta resistência suportando fluxo intenso de maquinários e pessoas em Pisos Industriais, além de facilidades na limpeza e manutenção.

A definição da especificação da Pintura Epóxi ocorre a partir do local da aplicação, atividades (tipo de uso), condições do piso industrial atual, entre outras características do ambiente.

Aplicação da Pintura Epóxi:

A Pintura Epóxi é Indicada para locais com tráfego médio a pesado e também em locais sujeitos a ataques químicos já que é um revestimento que oferece alta resistência, além de excelente acabamento, superfície lisa, resistente e impermeável.

A Pintura Epóxi é utilizada em setores como: indústria e comércio no geral, laboratórios, depósitos, Pisos de Concreto, garagens, etc.

Vantagens da Pintura Epóxi:
 - Resistência a variações de temperatura;
 - Resistência mecânica e abrasiva;
 - Qualidade no acabamento;

 - Facilidade para limpeza e manutenção. 

sábado, 4 de julho de 2015

Para não conviver com o cheiro de esgoto

Medidas simples podem detectar se os equipamentos que vedam o odor desagradável estão com problema.


O cheiro de esgoto incomoda o ser humano em qualquer lugar. Mas quando o odor está presente dentro da residência, o problema se torna ainda maior. E tudo isso pode ocorrer por erros na construção ou até mesmo por defeitos em alguns equipamentos da rede hidráulica.
Em muitas situações não é necessária a quebra de paredes ou pisos para detectar o problema, basta verificar algumas peças, como sifão, caixa sifonada e o anel de vedação no vaso sanitário.
 A origem do problema
Defeitos em equipamentos hidráulicos e a má instalação de peças que vedam a passagem dos gases formados na rede de esgoto contribuem para que o odor desagradável esteja presente dentro dos imóveis.
Segundo o diretor geral da GTRES Metais Sanitários, Ricardo Granja, as causas mais prováveis de mau cheiro são problemas relacionados aos ralos, sifões e vaso sanitário. “Esses equipamentos devem levar a água e dejetos das atividades cotidianas para o esgoto. Porém, quando apresentam problemas fazem com que o odor dessas impurezas retorne ao ambiente”, diz.
 Como identificar?
Segundo Ricardo Granja, a identificação do problema pode ser fácil, mas em alguns casos é preciso ter o auxílio de um especialista. “Nem sempre os problemas serão visíveis externamente, mas, muitas vezes, é possível observá-los com facilidade. É importante que se faça uma conexão entre o uso dos equipamentos e a origem do mau cheiro para detectar as reais causas. Porém, recomendo sempre contar com a ajuda de um especialista para evitar ‘quebrar’ os cômodos desnecessariamente”, fala.
O especialista ensina como verificar se a instalação está correta: “No sifão, basta olhar se ele não está reto, e possui um copo fixo moldado junto a ele. Com relação aos ralos, uma vistoria mais atenta detectará a existência de algum entupimento ou vazamento. Caso o mau cheiro venha das caixas sifonadas, neste caso, sim, o acompanhamento de algum técnico será necessário”.
Em apartamentos, Granja esclarece: “se o problema for o entupimento da rede, é necessário identificar se o mesmo é somente no apartamento ou no prédio, uma situação que requer maior atenção”.
 Medidas preventivas
Para não correr o risco de conviver com o cheiro de esgoto, Ricardo Granja orienta comprar materiais de qualidade e verificar com frequência a instalação dos equipamentos.
“Manter o ralo fechado e limpo, assim como vistoriar se nada obstrui os sifões, pode ser uma solução viável”, finaliza.


Fonte:http://jornaldotrem.com.br/ 

Evitando a presença das formigas em seu lar

A presença das formigas nos ambientes da casa gera um certo incômodo. Aparentemente, elas são inofensivas, mas podem trazer em suas patas sujeiras e bactérias – por percorrerem caminhos como esgotos e lixos – que contaminam alimentos e utensílios.
A época mais propícia para ‘invadir’ as residências é no verão, mas elas podem aparecer em qualquer época do ano, principalmente se no local encontram-se restos de comida, sujeira ou alimentos doces, como o açúcar.
Os cuidados para que as formigas não adentrem ao recinto devem ser tomados, pois nos casos mais extremos as receitas caseiras podem não ter resultados, restando apenas o uso de inseticidas.
De todos os tipos
Grandes, pequenas, venenosas ou cabeçudas: não importa o tipo, as formigas sempre são visitas indesejadas dentro de casa.
Segundo o vice-presidente Executivo da Aprag (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas), Sérgio Bocalini, várias são as espécies que podem residir em uma casa. “As encontradas com mais frequência são a formiga fantasma, formiga louca, formiga carpinteira, formiga lava pés, formiga cabeçuda e formiga do faraó”.
Independente da espécie, as formigas são atraídas pela mesma situação: fontes de alimentos e locais para construírem os seus ninhos.
‘Doce lar’ das invasoras
Não importa o ambiente, quando elas aparecem e criam uma zona de conforto dentro do lar é preciso agir para que os transtornos não sejam maiores do que tê-las passeando nas paredes ou em cima da pia da cozinha.
“Dependendo da espécie, as formigas podem fazer o ninho tanto do lado de fora das edificações, em áreas de jardins, árvores, ou na área interna das edificações, como em conduítes, caixas de energia, atrás de azulejos mal rejuntados, aparelhos eletrônicos, entre outros”, lista Bocalini.
Para evitar que os ninhos sejam feitos, a dica é manter o local sempre muito bem limpo e organizado, não oferecendo atrativos para que estes animais se instalem.
Transmissoras de doenças
Há tempos, muitas avós diziam que não era preciso tirar a formiga do açúcar, pois fazia bem para a visão. Informação que não procede, tendo em vista que essa ‘praga’ é transmissora de várias doenças.
“Algumas doenças podem provocar desarranjos gastrointestinais e alergias. Além disso, as formigas podem contribuir para o processo de infecção hospitalar”, explica Sérgio.
Medidas caseiras ou inseticidas?
Espremer limão nas bordas, desenhar barreiras com giz, espalhar sal nas superfícies planas, borrifar água com vinagre ou óleo essencial de hortelã-pimenta no caminho das formigas são algumas das dicas caseiras para afastar essas pragas da residência. “No entanto, essas medidas são paliativas e não trazem o resultado esperado no caso de grandes infestações”, segundo Bocalini.
“O emprego do uso de inseticidas deve ser feito quando as medidas de manejo do ambiente não trouxerem o efeito desejado. Vale lembrar que os produtos destinados ao controle de Vetores e Pragas Urbanas devem possuir registro no Ministério da Saúde. Produtos de uso profissional somente podem ser utilizados por empresas especializadas. Produtos Registrados no Ministério da Agricultura ou no Ministério do Meio Ambiente não podem ser utilizados em áreas urbanas”, conclui o vice-presidente executivo da Aprag.
Fonte: http://jornaldotrem.com.br/

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Como fazer Painel de Madeira para Tv com Piso Laminado

Aprenda a montar um lindo Painel de Madeira para TV, de forma barata, utilizando piso laminado. Pode ser usado como painel de parede ou para revestir paredes inteiras.


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Conheça os Tipos de Cimento Portland


Hoje o cimento  portland é normalizado e existem onze tipos no mercado:

CP I – Cimento portland comum
CP I-S – Cimento portland comum com adição
CP II-E– Cimento portland composto com escória
CP II-Z – Cimento portland composto com pozolana
CP II-F – Cimento portland composto com fíler
CP III – Cimento portland de alto-forno
CP IV – Cimento portland Pozolânico
CP V-ARI – Cimento portland de alta resistência inicial
RS – Cimento Portland Resistente a Sulfatos
BC – Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação
CPB – Cimento Portland Branco
Cimento Portland comum (CP-I)

O CP-I, é o tipo mais básico de cimento Portland, indicado para o uso em construções que não requeiram condições especiais e não apresentem ambientes desfavoráveis como exposição à águas subterrâneas, esgotos, água do mar ou qualquer outro meio com presença de sulfatos. A única adição presente no CP-I é o gesso (cerca de 3%, que também está presente nos demais tipos de cimento Portland). O gesso atua como um retardador de pega, evitando a reação imediata da hidratação do cimento. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5732.
Cimento portland comum com adição (CP I-S)

O CP I-S, tem a mesma composição do CP I (clínquer+gesso), porém com adição reduzida de material pozolânico (de 1 a 5% em massa). Este tipo de cimento tem menor permeabilidade devido à adição de pozolana. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5732.

Cimento portland composto com escória (CP II-E)
Os cimentos CP II são ditos compostos pois apresentam, além da sua composição básica (clínquer+gesso), a adição de outro material. O CP II-E, contém adição de escória granulada de alto-forno, o que lhe confere a propriedade de baixo calor de hidratação.

O CP II-E é composto de 94% à 56% de clínquer+gesso e 6% à 34% de escória, podendo ou não ter adição de material carbonático no limite máximo de 10% em massa.

O CP II-E, é recomendado para estruturas que exijam um desprendimento de calor moderadamente lento. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 11578.

Cimento portland composto com pozolana (CP II-Z)
O CP II-Z contém adição de material pozolânico que varia de 6% à 14% em massa, o que confere ao cimento menor permeabilidade, sendo ideal para obras subterrâneas, principalmente com presença de água, inclusive marítimas. O cimento CP II-Z, também pode conter adição de material carbonático (fíler) no limite máximo de 10% em massa.

A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 11578.
Cimento portland composto com pozolana (CP II-F)
O CP II-E é composto de 90% à 94% de clínquer+gesso com adição de 6% a 10% de material carbonático (fíler) em massa. Este tipo de cimento é recomendado desde estruturas em concreto armado até argamassas de assentamento e revestimento porém não é indicado para aplicação em meios muito agressivos. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 11578.

Cimento portland de alto-forno (CP III)
O cimento portland de alto-forno contém adição de escória no teor de 35% a 70% em massa, que lhe confere propriedades como; baixo calor de hidratação, maior impermeabilidade e durabilidade, sendo recomendado tanto para obras de grande porte e agressividade (barragens, fundações de máquinas, obras em ambientes agressivos, tubos e canaletas para condução de líquidos agressivos, esgotos e efluentes industriais, concretos com agregados reativos, obras submersas, pavimentação de estradas, pistas de aeroportos, etc) como também para aplicação geral em argamassas de assentamento e revestimento, estruturas de concreto simples, armado ou protendido, etc. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5735.

Cimento portland Pozolânico (CP IV)
O cimento portland Pozolânico contém adição de pozolana no teor que varia de 15% a 50% em massa.Este alto teor de pozolana confere ao cimento uma alta impermeabilidade e consequentemente maior durabilidade. O concreto confeccionado com o CP IV apresenta resistência mecânica à compressão superior ao concreto de cimento Portland comum à longo prazo. É especialmente indicado em obras expostas à ação de água corrente e ambientes agressivos. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5736.

Cimento portland de alta resistência inicial (CP V-ARI)
O CP V-ARI assim como o CP-I não contém adições (porém pode conter até 5% em massa de material carbonático). O que o diferencia deste último é processo de dosagem e produção do clínquer. O CP V-ARI é produzido com um clínquer de dosagem diferenciada de calcário e argila se comparado aos demais tipos de cimento e com moagem mais fina. Esta diferença de produção confere a este tipo de cimento uma alta resistência inicial do concreto em suas primeiras idades, podendo atingir 26MPa de resistência à compressão em apenas 1 dia de idade.

É recomendado o seu uso, em obras onde seja necessário a desforma rápida de peças de concreto armado. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5733.

Cimento Portland Resistente a Sulfatos (RS)
Qualquer um dos tipos de cimento Portland anteriormente citados podem ser classificados como resistentes a sulfatos, desde se enquadrem dentro de uma das características abaixo:
Teor de aluminato tricálcico (C3A) do clínquer e teor de adições carbonáticas de no máximo 8% e 5% em massa, respectivamente;
Cimentos do tipo alto-forno que contiverem entre 60% e 70% de escória granulada de alto-forno, em massa;
Cimentos do tipo pozolânico que contiverem entre 25% e 40% de material pozolânico, em massa;
Cimentos que tiverem antecedentes de resultados de ensaios de longa duração ou de obras que comprovem resistência aos sulfatos.
É recomendado para meios agressivos sulfatados, como redes de esgotos de águas servidas ou industriais, água do mar e em alguns tipos de solos.