“Sejam Bem vindos”. . . Este Blog tem o objetivo de levar até você conhecimento, sobre Construção, Reforma e Decoração. Para você saber escolher o material correto e o Profissional capacitado para executar o serviço com qualidade. E querendo você poderá também executar alguns serviços, seguindo as postagens e os videos deste Blog, na sua Casa ou Apartamento.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Vantagens da Pintura Epóxi
A Pintura Epóxi é um
revestimento de alta qualidade e espessura, normalmente variando de 180 a 300 microns conforme o
número de aplicações e densidade da tinta utilizada.
A Pintura Epóxi é de rápida
aplicação e cura. Sua utilização proporciona alta resistência suportando fluxo
intenso de maquinários e pessoas em Pisos Industriais ,
além de facilidades na limpeza e manutenção.
A definição da especificação
da Pintura Epóxi ocorre a partir do local da aplicação, atividades (tipo de
uso), condições do piso industrial atual, entre outras características do
ambiente.
Aplicação da Pintura Epóxi:
A Pintura Epóxi é Indicada
para locais com tráfego médio a pesado e também em locais sujeitos a ataques
químicos já que é um revestimento que oferece alta resistência, além de
excelente acabamento, superfície lisa, resistente e impermeável.
A Pintura Epóxi é utilizada
em setores como: indústria e comércio no geral, laboratórios, depósitos, Pisos
de Concreto, garagens, etc.
Vantagens da Pintura Epóxi:
- Resistência a variações de temperatura;
- Resistência mecânica e abrasiva;
- Qualidade no acabamento;
- Facilidade para limpeza e manutenção.
sábado, 4 de julho de 2015
Para não conviver com o cheiro de esgoto
Medidas simples podem detectar se os equipamentos que vedam o odor desagradável estão com problema.
O cheiro de esgoto incomoda o ser humano em qualquer lugar. Mas quando o odor está presente dentro da residência, o problema se torna ainda maior. E tudo isso pode ocorrer por erros na construção ou até mesmo por defeitos em alguns equipamentos da rede hidráulica.
Em muitas situações não é necessária a quebra de paredes ou pisos para detectar o problema, basta verificar algumas peças, como sifão, caixa sifonada e o anel de vedação no vaso sanitário.
A origem do problema
Defeitos em equipamentos hidráulicos e a má instalação de peças que vedam a passagem dos gases formados na rede de esgoto contribuem para que o odor desagradável esteja presente dentro dos imóveis.
Segundo o diretor geral da GTRES Metais Sanitários, Ricardo Granja, as causas mais prováveis de mau cheiro são problemas relacionados aos ralos, sifões e vaso sanitário. “Esses equipamentos devem levar a água e dejetos das atividades cotidianas para o esgoto. Porém, quando apresentam problemas fazem com que o odor dessas impurezas retorne ao ambiente”, diz.
Como identificar?
Segundo Ricardo Granja, a identificação do problema pode ser fácil, mas em alguns casos é preciso ter o auxílio de um especialista. “Nem sempre os problemas serão visíveis externamente, mas, muitas vezes, é possível observá-los com facilidade. É importante que se faça uma conexão entre o uso dos equipamentos e a origem do mau cheiro para detectar as reais causas. Porém, recomendo sempre contar com a ajuda de um especialista para evitar ‘quebrar’ os cômodos desnecessariamente”, fala.
O especialista ensina como verificar se a instalação está correta: “No sifão, basta olhar se ele não está reto, e possui um copo fixo moldado junto a ele. Com relação aos ralos, uma vistoria mais atenta detectará a existência de algum entupimento ou vazamento. Caso o mau cheiro venha das caixas sifonadas, neste caso, sim, o acompanhamento de algum técnico será necessário”.
Em apartamentos, Granja esclarece: “se o problema for o entupimento da rede, é necessário identificar se o mesmo é somente no apartamento ou no prédio, uma situação que requer maior atenção”.
Medidas preventivas
Para não correr o risco de conviver com o cheiro de esgoto, Ricardo Granja orienta comprar materiais de qualidade e verificar com frequência a instalação dos equipamentos.
“Manter o ralo fechado e limpo, assim como vistoriar se nada obstrui os sifões, pode ser uma solução viável”, finaliza.
Fonte:http://jornaldotrem.com.br/
Evitando a presença das formigas em seu lar
A presença das formigas nos ambientes da casa gera um certo incômodo. Aparentemente, elas são inofensivas, mas podem trazer em suas patas sujeiras e bactérias – por percorrerem caminhos como esgotos e lixos – que contaminam alimentos e utensílios.
A época mais propícia para ‘invadir’ as residências é no verão, mas elas podem aparecer em qualquer época do ano, principalmente se no local encontram-se restos de comida, sujeira ou alimentos doces, como o açúcar.
Os cuidados para que as formigas não adentrem ao recinto devem ser tomados, pois nos casos mais extremos as receitas caseiras podem não ter resultados, restando apenas o uso de inseticidas.
De todos os tipos
Grandes, pequenas, venenosas ou cabeçudas: não importa o tipo, as formigas sempre são visitas indesejadas dentro de casa.
Segundo o vice-presidente Executivo da Aprag (Associação dos Controladores de Vetores e Pragas), Sérgio Bocalini, várias são as espécies que podem residir em uma casa. “As encontradas com mais frequência são a formiga fantasma, formiga louca, formiga carpinteira, formiga lava pés, formiga cabeçuda e formiga do faraó”.
Independente da espécie, as formigas são atraídas pela mesma situação: fontes de alimentos e locais para construírem os seus ninhos.
‘Doce lar’ das invasoras
Não importa o ambiente, quando elas aparecem e criam uma zona de conforto dentro do lar é preciso agir para que os transtornos não sejam maiores do que tê-las passeando nas paredes ou em cima da pia da cozinha.
“Dependendo da espécie, as formigas podem fazer o ninho tanto do lado de fora das edificações, em áreas de jardins, árvores, ou na área interna das edificações, como em conduítes, caixas de energia, atrás de azulejos mal rejuntados, aparelhos eletrônicos, entre outros”, lista Bocalini.
Para evitar que os ninhos sejam feitos, a dica é manter o local sempre muito bem limpo e organizado, não oferecendo atrativos para que estes animais se instalem.
Transmissoras de doenças
Há tempos, muitas avós diziam que não era preciso tirar a formiga do açúcar, pois fazia bem para a visão. Informação que não procede, tendo em vista que essa ‘praga’ é transmissora de várias doenças.
“Algumas doenças podem provocar desarranjos gastrointestinais e alergias. Além disso, as formigas podem contribuir para o processo de infecção hospitalar”, explica Sérgio.
Medidas caseiras ou inseticidas?
Espremer limão nas bordas, desenhar barreiras com giz, espalhar sal nas superfícies planas, borrifar água com vinagre ou óleo essencial de hortelã-pimenta no caminho das formigas são algumas das dicas caseiras para afastar essas pragas da residência. “No entanto, essas medidas são paliativas e não trazem o resultado esperado no caso de grandes infestações”, segundo Bocalini.
“O emprego do uso de inseticidas deve ser feito quando as medidas de manejo do ambiente não trouxerem o efeito desejado. Vale lembrar que os produtos destinados ao controle de Vetores e Pragas Urbanas devem possuir registro no Ministério da Saúde. Produtos de uso profissional somente podem ser utilizados por empresas especializadas. Produtos Registrados no Ministério da Agricultura ou no Ministério do Meio Ambiente não podem ser utilizados em áreas urbanas”, conclui o vice-presidente executivo da Aprag.
Fonte: http://jornaldotrem.com.br/
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Como fazer Painel de Madeira para Tv com Piso Laminado
Aprenda a montar um lindo Painel de Madeira para TV, de forma barata, utilizando piso laminado. Pode ser usado como painel de parede ou para revestir paredes inteiras.
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Conheça os Tipos de Cimento Portland
Hoje o cimento portland é normalizado e existem
onze tipos no mercado:
CP I – Cimento portland comum
CP I-S – Cimento portland comum com adição
CP II-E– Cimento portland composto com escória
CP II-Z – Cimento portland composto com pozolana
CP II-F – Cimento portland composto com fíler
CP III – Cimento portland de alto-forno
CP IV – Cimento portland Pozolânico
CP V-ARI – Cimento portland de alta resistência
inicial
RS – Cimento Portland Resistente a Sulfatos
BC – Cimento Portland de Baixo Calor de Hidratação
CPB – Cimento Portland Branco
Cimento Portland comum (CP-I)
O CP-I, é o tipo mais básico de cimento Portland,
indicado para o uso em construções que não requeiram condições especiais e não
apresentem ambientes desfavoráveis como exposição à águas subterrâneas,
esgotos, água do mar ou qualquer outro meio com presença de sulfatos.
A única adição presente no CP-I é o gesso (cerca de 3%, que também está
presente nos demais tipos de cimento Portland). O gesso atua como um retardador
de pega, evitando a reação imediata da hidratação do cimento. A norma brasileira que
trata deste tipo de cimento é a NBR 5732.
Cimento portland comum com adição (CP I-S)
O CP I-S, tem a mesma composição do CP I (clínquer+gesso),
porém com adição reduzida de material pozolânico (de 1 a 5% em massa). Este tipo de
cimento tem menor permeabilidade devido à adição de pozolana. A norma brasileira que
trata deste tipo de cimento é a NBR 5732.
Cimento portland composto com escória (CP II-E)
Os cimentos CP II são ditos compostos pois apresentam, além
da sua composição básica (clínquer+gesso), a adição de outro material. O CP
II-E, contém adição de escória granulada de alto-forno, o que lhe confere a
propriedade de baixo calor de hidratação.
O CP II-E é composto de 94% à 56% de clínquer+gesso e 6% à
34% de escória, podendo ou não ter adição de material carbonático no limite
máximo de 10% em massa.
O CP II-E, é recomendado para estruturas que exijam um
desprendimento de calor moderadamente lento. A norma brasileira que trata deste
tipo de cimento é a NBR 11578.
Cimento portland composto com pozolana (CP II-Z)
O CP II-Z contém adição de material pozolânico que varia de
6% à 14% em massa, o que confere ao cimento menor permeabilidade, sendo ideal
para obras subterrâneas, principalmente com presença de água, inclusive
marítimas. O cimento CP II-Z, também pode conter adição de material carbonático
(fíler) no limite máximo de 10% em massa.
A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR
11578.
Cimento portland composto com pozolana (CP II-F)
O CP II-E é composto de 90% à 94% de clínquer+gesso com
adição de 6% a 10% de material carbonático (fíler) em massa. Este tipo de
cimento é recomendado desde estruturas em concreto armado até argamassas de
assentamento e revestimento porém não é indicado para aplicação em meios muito
agressivos. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 11578.
Cimento portland de alto-forno (CP III)
O cimento portland de alto-forno contém adição de escória no
teor de 35% a 70% em massa, que lhe confere propriedades como; baixo calor de
hidratação, maior impermeabilidade e durabilidade, sendo recomendado tanto para
obras de grande porte e agressividade (barragens, fundações de
máquinas, obras em ambientes agressivos, tubos e canaletas para condução de
líquidos agressivos, esgotos e efluentes industriais, concretos com agregados
reativos, obras submersas, pavimentação de estradas, pistas de aeroportos,
etc) como também para aplicação geral em argamassas de assentamento e
revestimento, estruturas de concreto simples, armado ou protendido, etc. A
norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a NBR 5735.
Cimento portland Pozolânico (CP IV)
O cimento portland Pozolânico contém adição de pozolana no
teor que varia de 15% a 50% em massa.Este alto teor de pozolana confere ao
cimento uma alta impermeabilidade e consequentemente maior durabilidade. O
concreto confeccionado com o CP IV apresenta resistência mecânica à compressão
superior ao concreto de cimento Portland comum à longo prazo. É
especialmente indicado em obras expostas à ação de água corrente e
ambientes agressivos. A norma brasileira que trata deste tipo de cimento é a
NBR 5736.
Cimento portland de alta resistência inicial (CP V-ARI)
O CP V-ARI assim como o CP-I não contém adições (porém pode
conter até 5% em massa de material carbonático). O que o diferencia deste
último é processo de dosagem e produção do clínquer. O CP V-ARI é produzido com
um clínquer de dosagem diferenciada de calcário e argila se comparado aos
demais tipos de cimento e com moagem mais fina. Esta diferença de produção
confere a este tipo de cimento uma alta resistência inicial do
concreto em suas primeiras idades, podendo atingir 26MPa de resistência à
compressão em apenas 1 dia de idade.
É recomendado o seu uso, em obras onde seja necessário a
desforma rápida de peças de concreto armado. A norma brasileira que trata deste
tipo de cimento é a NBR 5733.
Cimento Portland Resistente a Sulfatos (RS)
Qualquer um dos tipos de cimento Portland anteriormente
citados podem ser classificados como resistentes a sulfatos, desde se enquadrem
dentro de uma das características abaixo:
Teor de aluminato tricálcico (C3A) do clínquer e teor de
adições carbonáticas de no máximo 8% e 5% em massa, respectivamente;
Cimentos do tipo alto-forno que contiverem entre 60% e 70%
de escória granulada de alto-forno, em massa;
Cimentos do tipo pozolânico que contiverem entre 25% e 40%
de material pozolânico, em massa;
Cimentos que tiverem antecedentes de resultados de
ensaios de longa duração ou de obras que comprovem resistência aos sulfatos.
É recomendado para meios agressivos sulfatados, como redes
de esgotos de águas servidas ou industriais, água do mar e em alguns tipos de
solos.
domingo, 11 de maio de 2014
Como garantir a segurança do seu lar
Quem mora em um apartamento ou em uma casa em um condomínio fechado
tende a se sentir mais seguro do que quem mora em casas comuns, considerando
que a maioria dos condomínios conta com sistemas de segurança rígidos.
Mas, como garantir a segurança de uma casa? É preciso ter
uma câmera? Como devem ser os portões? Vale colocar uma cerca de arame cortante
nos muros?
Portões e muros altos
Requisitos básicos de segurança em residências são portões e
muros altos, que fechem a casa. No caso de muros baixos, voltados para a rua ou
para a casa do vizinho, a dica é a instalação de um arame cortante, que evita
que o muro seja pulado. O acesso ao interior da residência deve ser dificultado
ao máximo.
É importante que o portão da casa em si na seja
completamente fechado, tanto por conta da circulação de ar, quanto por conta da
visualização. O morador precisa poder olhar, antes de abrir o portão, e se
certificar de que não há uma pessoa do outro lado lhe esperando para uma
abordagem.
Portões manuais são mais eficientes que os portões
elétricos, apesar de darem um pouco mais de trabalho.
Quando um carro se aproxima da garagem e o portão é aberto
automaticamente, o ladrão tende a pensar que o motorista está sozinho e se
encoraja para agir.
O certo é que, ao chegar a casa, o condutor do carro peça
para alguém que está dentro da casa que o ajude com o portão.
Quem está dentro acende as luzes, observa a rua e abre a
garagem, para que evitar que quem esteja no carro precise sair do veiculo. Após
entra e estacionar, é importante fechar o portão rapidamente. Já ouve muitos
assaltos em que os criminosos entram na residência no momento em que o portão
automático está se fechando.
Em relação à porta que dá diretamente para a rua, a
instrução é que, assim como o portão da garagem, ela seja de um material
resistente. Ferro, preferencialmente. Em relação aos trincos, quanto mais,
melhor. Por mais que o próprio morador demore para abrir completamente a porta,
é melhor que ele o faça do que deixá-la vulnerável. Nem sempre se pode evitar,
mas é possível dificultar a ação dos assaltantes.
Há quem acredite que uma câmera de segurança no portão de
casa afaste ladrões e há quem acredite que ela os atraia, como se afirmasse que
na residência há algo muito valioso. A câmera é sim um artefato que afasta
ladrões. Se o criminoso reconhecer a câmera, se sentirá acuado e pensará duas
vezes antes de agir.
Além dela, é possível recorrer aos tradicionais alarmes
sonoros, que dissipam barulho quando alguém invade a residência.
É importante ter em mente que nenhum ladrão gosta de
dificuldade. Tudo aquilo que atrapalha a sua ação pode fazer com ele desista.
Evite ser previsível
Uma dica valiosa é que os moradores de uma residência
procurem não chegar e/ou sair de casa nos mesmos horários todos os dias. Isso
porque os criminosos podem observar a rotina da família e tentar estabelecer o
melhor momento para agir – normalmente aquele em que a casa está vulnerável.
Segurança garantida
Conheça os principais aparatos que
podem ser usados na sua residência
Alarme sonoro
Ele é um dos mais tradicionais sistemas de segurança, pois
se baseia na premissa de que nenhum ladrão deseja permanecer em uma casa com um
alarme chamado a atenção dos vizinhos. Os preços partem de 100 reais.
Além de inibir a ação de bandidos, a câmera registra a
imagem de qualquer um que se aproxime da residência. Logo, é importante que ela
armazene aquilo que filme.
Preço mínimo: 80 reais.
Arame espiralado
Indicado para residências com muros baixos, o arame
espiralado é uma evolução do arame farpado: por ser altamente cortante, ele
inibe que o invasor apóie-se no muro para pulá-lo. Preço: cerca de 10 reais o
metro.
Cachorros “bravos” quase sempre afastam ladrões. Se você não
tem um, pode providenciar um aparelho que late, rosne e uiva quando alguém se
aproximar. O mais famoso deles, o
Barking Dog, custa cerca de 100 dólares.
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